sábado, 23 de abril de 2011

EVANGELHO QUINTA 28/04/11

Estaremos orando nesta:


QUINTA (28/04/11) 21:00 horas (hora de Brasília-DF).

SOCIEDADE ESPÍRITA COLABORADORES DE CRISTO

Convida você para que faça o EVANGELHO em seu LAR:

EVANGELHO:
“Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o e atira-o
para longe de ti; melhor te é entrar na vida, coxo ou aleijado, do que,
tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno.”
— Jesus. (MATEUS, capítulo 18, versículo 8.)

PALAVRAS DE EMMANUEL:

REENCARNAÇÃO

Unicamente a reencarnação esclarece as questões do ser, do sofrimento e
do destino. Em muitas ocasiões, falou-nos Jesus de seus belos e sábios
princípios.
Esta passagem de Mateus é sumamente expressiva.
É indispensável considerar que o Mestre se dirigia a uma sociedade
estagnada, quase morta.

No concerto das lições divinas que recebe, o cristão, a rigor, apenas
conhece, de fato, um gênero de morte, a que sobrevém à consciência culpada
pelo desvio da Lei; e os contemporâneos do Cristo, na maioria, eram criaturas
sem atividade espiritual edificante, de alma endurecida e coração paralítico. A
expressão “melhor te é entrar na vida” representa solução fundamental. Acaso,
não eram os ouvintes pessoas humanas? Referia-se, porém, o Senhor
à existência contínua, à vida de sempre, dentro da qual todo espírito despertará
para a sua gloriosa destinação de eternidade.

Na elevada simbologia de suas palavras, apresenta-nos Jesus o motivo
determinante dos renascimentos dolorosos, em que observamos aleijados,
cegos e paralíticos de berço, que pedem semelhantes provas como períodos
de refazimento e regeneração indispensáveis à felicidade porvindoura.

Quanto à imagem do “fogo eterno”, inserta nas letras evangélicas,
é recurso muito adequado à lição, porque, enquanto não se dispuser a criatura a
viver com o Cristo, será impelida a fazê-lo, através de mil meios diferentes;
se a rebeldia perdurar por infinidade de séculos, os processos purificadores
permanecerão igualmente como o fogo material, que existirá na Terra enquanto
seu concurso perdurar no tempo, como utilidade indispensável à vida física.

Livro: Caminho, Verdade e Vida – cap.108 - FEB
Francisco Cândido Xavier

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