quinta-feira, 15 de outubro de 2009
EVANGELHO DOMINGO 18/10/09
Convidamos para que faça o EVANGELHO em seu LAR:
EVANGELHO DE MATEUS, 19:6.
“Não separe o homem o que Deus ajuntou.” JESUS
EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Capítulo 22 – item 3.
“Quando Jesus disse: “Não separe o homem o que Deus ajuntou”, essas palavras se devem entender com referência à união, segundo a lei imutável de Deus e não segundo a lei mutável dos homens.” - Cap. 22, 3.
Palavras de Emmanuel:
Uniões de Prova
Aspiras a convivência dos espíritos de eleição com os quais te harmonizas agora,
no entanto, trazes ainda na vida social e doméstica,
o vínculo das uniões menos agradáveis que te compelem a frear impulsos e a sufocar os mais belos sonhos.
Não violentes, contudo, a lei que te preceitua semelhantes deveres.
Arrastamos, do passado ao presente, os débitos que as circunstâncias de hoje nos constrangem a revisar.
O esposo arbitrário e rude que te pede heroísmo constante é o mesmo homem de outras existências de cuja lealdade escarneceste, acentuando-lhe a feição agressiva e cruel.
Os filhinhos doentes que te desfalecem nos braços, cancerosos ou insanos,
idiotizados ou paralíticos são as almas confiantes e ingênuas de anteriores experiências terrestres, que impeliste friamente às pavorosas quedas morais.
A companheira intransigente e obsedada, a envolver-te em farpas magnéticas de ciúme, não é outra senão a jovem que outrora embaiste com falsos juramentos de amor, enredando-lhe os pés em degradação e loucura.
Os pais e chefes tirânicos, sempre dispostos a te ferirem o coração, revelam a presença daqueles que te foram filhos em outras épocas, nos quais plantaste o espinheiral do despotismo e do orgulho, hoje contigo para que lhes renoves o sentimento, ao preço de bondade e perdão sem limites.
Espíritos enfermos, passamos pelo educandário da reencarnação,
qual se o mundo, transfigurado em sábio anestesista,
nos retivesse no lar para que o tempo,
à feição de professor devotado, de prova em prova,
efetue a cirurgia das lesões psíquicas de egoísmo e vaidade,
viciação e intolerância que nos comprometem a alma.
A frente, pois, das uniões menos simpáticas,
saibamos suportá-las, de ânimo firme.
Divórcio, retirada, a rejeição e demissão, às vezes, constituem medidas justificáveis nas convenções humanas, mas quase sempre não passam de moratórias para resgate em condições mais difíceis, com juros de escorchar.
Ouçamos o íntimo de nós mesmos.
Enquanto a consciência se nos aflige, na expectativa de afastar-nos da obrigação, perante alguém, vibra em nós o sinal de que a divida permanece.
Emmanuel
Livro da Esperança – Francisco Cândido Xavier – CEC
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