sexta-feira, 18 de setembro de 2009

EVANGELHO DOMINGO 20/09/09

Convidamos para que faça o EVANGELHO em seu LAR: EVANGELHO DE JOÃO, 8:32: “E conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres.” - JESUS. EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Capítulo 19 – item 7. “A resistência do Incrédulo, devemos convir, muitas vezes, provém menos dele do que da maneira por que lhe apresentam as coisas. A fé necessita de uma base, base que é a Inteligência perfeita daquilo em que se deve crer. E, para crer, não basta ver, é preciso, sobretudo, compreender.” Cap. 19, 7. Palavras de Emmanuel: Ante os Incrédulos Compadeçamo-nos dos incrédulos que se arremetem contra as verdades do espírito, intentando penetrá-las à força. Semelhantes necessitados chegam de todas as procedências... De paisagens calcinadas pelo fogo do sofrimento, de caminhos que a provação encharca de pranto, de furnas da aflição em que jaziam acorrentados ao desespero. Outros existem que nos atingem as portas, conturbado pelo clima de irreflexão a que se calam, ou trazendo sarcasmos no pensamento imaturo, quais crianças bulhentas em recintos graves da escola. Muitas vezes, nas trilhas da atividade cotidiana, somos tentados a categorizá-los por viajores de indesejável convívio, entretanto, os que surgem dementados pela dor e aqueles outros que se acomodam com a leviandade pela força própria da inexperiência, não serão igualmente nossos irmãos, diante de Deus? Certo que não nos é lícito entregar-lhes, em vão, energia e tempo, quando se mostrem distantes da sinceridade que devemos uns aos outros, mas se anelam realmente aprendizado e renovação, saibamos auxiliá-los a compreender que pesquisa e curiosidade somente valem se acompanhadas de estudo sério e trabalho digno. Estendamos aos companheiros que o ateísmo enrijece, algo de nossas convicções que os ajude a refletir na própria imortalidade. Diligenciemos partilhar com eles o alimento da fé, na mesma espontaneidade de quem divide os recursos da mesa. Todavia, - perguntarás, - e se recusam, obstinados e irônicos, os bens que lhes ofertamos? e se nos apagam, a golpes de violência, as lanternas de amor que lhes acendamos na estrada? Se indagações assim podem ser formuladas por nossa consciência tranqüila, após o desempenho do nosso dever de fraternidade, será preciso consultar a lógica e a lógica nos dirá que eles são cegos de espírito que nos cabe amparar, em silêncio, na clínica da oração. EMMANUEL Livro da Esperança – Francisco Cândido Xavier

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