sexta-feira, 15 de maio de 2009

EVANGELHO DOMINGO 17/05/09

SOCIEDADE ESPÍRITA COLABORADORES DE CRISTO Convida você para que faça o EVANGELHO em seu LAR: Introduza a prece em casa, caso essa providência ainda não tenha sido tomada. A prece em casa é como a brisa leve, dúlcida e perfumada, desfazendo más energias e maus pensamentos que se insinuam aqui e ali.A vibração da mente que ora tem o poder de iluminar consciências, de clarear discernimentos, trazendo solução para diversos problemas de difíceis aparências.Quem ora no lar vai, aos poucos, sensibilizando as almas de todos. Se preferir poderá acompanhar pela INTERNET. Veja as instruções: http://www.colaboradoresdecristo.com/paltalk.htm DOMINGO (17/05/09) 21:30 horas (hora de Brasília-DF). 1) Reunir a familia; 2) Fazer uma PRECE inicial; 3) Ler e meditar o Evangelho; “Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; soltai e soltar-vos-ão.” JESUS - LUCAS, 6:37. 4) Analisar sob o ponto de vista da Doutrina Espírita: Veja o Evangelho Segundo o Espiritismo http://www.febnet.org.br/apresentacao/content,,,389,,.html “Não esqueçais, meus queridos filhos, que o amor aproxima de Deus a criatura e o ódio a distancia dele.” Capítulo 12, item 10. 5) Ler, analisar, pesar as Palavras de Emmanuel: Compaixão Sempre Perante o companheiro que te parece malfeitor, silencia e ampara sempre. Assim como existem pessoas, aparentemente sadias, carregando enfermidades que apenas no futuro se fardo evidentes para a intervenção necessária, há criaturas supostamente normais, portadoras de estranhos desequilíbrios, aos quais se lhes debitam os gestos menos edificantes. Compadece-te, pois, e estende os braços; para a obra do auxilio. Muitos daqueles que tombaram na indisciplina e na violência, acabando segregados; nas casas de tratamento moral, guardam consigo os braseiros de angústia que lhes foram impostos, em dolorosos processos obsessivos, pelas mãos imponderáveis dos adversários desencarnados de outras existências... E quase todos os que esmoreceram, no caminho das próprias obrigações, rendendo-se ao assalto da crueldade e do desespero, sustentaram, por tempo enorme, na intimidade do próprio ser, a agoniada tensão da resistência às forcas do mal, sucumbindo, muitas vezes, à míngua de compreensão e de amor... Para todos eles, os nossos irmãos caídos em delinqüência, volvamos, assim, pensamento e ação tocados de simpatia, recordando Jesus, que não cogita de nossas imperfeições para sustentar-nos, e certos de que também nós, pela extensão das próprias fraquezas, não conseguimos, em verdade, saber em que obstáculos do caminho os nossos pés tropeçarão. EMMANUELLIVRO DA ESPERANÇA – FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

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