QUINTA (31/03/11) 21:00 horas (hora de Brasília-DF).
SOCIEDADE ESPÍRITA COLABORADORES DE CRISTO
Convida você para que faça o EVANGELHO em seu LAR:
EVANGELHO:
“Não cuideis que vim trazer a paz à Terra;
não vim trazer a paz, mas a espada.”
— Jesus. (MATEUS, capítulo 10, versículo 34.)
PALAVRAS DE EMMANUEL:
A ESPADA SIMBÓLICA
Inúmeros leitores do Evangelho perturbam-se
ante essas afirmativas do Mestre Divino,
porqüanto o conceito de paz, entre os homens, desde muitos séculos,
foi visceralmente viciado.
Na expressão comum, ter paz significa haver atingido garantias exteriores,
dentro das quais possa o corpo vegetar sem cuidados,
rodeando-se o homem de servidores,
apodrecendo na ociosidade e
ausentando-se dos movimentos da vida.
Jesus não poderia endossar tranqüilidade desse jaez, e,
em contraposição ao falso princípio estabelecido no mundo,
trouxe consigo a luta regeneradora,
a espada simbólica do conhecimento interior pela revelação divina,
a fim de que o homem inicie a batalha do aperfeiçoamento em si mesmo.
O Mestre veio instalar o combate da redenção sobre a Terra.
Desde o seu ensinamento primeiro,
foi formada a frente da batalha sem sangue,
destinada à iluminação do caminho humano.
E Ele mesmo foi o primeiro a inaugurar o testemunho pelos sacrifícios supremos.
Há vinte séculos vive a Terra sob esses impulsos renovadores,
e ai daqueles que dormem,
estranhos ao processo santificante!
Buscar a mentirosa paz da ociosidade é desviar-se da luz,
fugindo à vida e precipitando a morte.
No entanto, Jesus é também chamado o Príncipe da Paz.
Sim, na verdade o Cristo trouxe ao mundo
a espada renovadora da guerra contra o mal,
constituindo em si mesmo a divina fonte de repouso
aos corações que se unem ao seu amor;
esses, nas mais perigosas situações da Terra, encontram, nEle,
a serenidade inalterável.
É que Jesus começou o combate de salvação para a Humanidade,
representando, ao mesmo tempo,
o sustentáculo da paz sublime para todos os homens bons e sinceros.
Livro: Caminho, Verdade e Vida – cap.104 - FEB
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier